Voltando ao blog...
afastada por motivos de ir em busca de outras histórias. hehehehehe.
A profissão de garota de programa existe há muito tempo. Não se pode negar. Antes de Cristo as mulheres já se viravam como podiam quando não tinham família ou quando renegadas por ela.
Eu, quando criança, tinha um certo repúdio por essa profissão, mas era mais uma coisa imposta por ser religiosa na época. Agora não tenho mais. Não admiro, por que muitas das garotas de programa estão nessa vida forçadamente.
Essa história é de uma amiga que me contou justamente assim.
Conheci uma garota um dia. Muito bonita, loira, alta, o típico gosto dos homens. Nos conhecemos ocasionalmente. Eu estava esperando uma amiga em um bar e levei um bolo. E ela estava esperando alguém que também furou com ela. Ele me viu discutindo com minha amiga pelo telefone reclamando do bolo e quando terminei perguntou se eu queria fazer companhia à ela, já que estavamos no mesmo barco. Eu fui né!? Ela me falou na primeira conversa na mesa do bar que trabalhava em um banco. Conversa vai e conversa vem, ela disse que havia mentido. Estava esperando um cliente que não poderia vir. Ai eu pergunto: - quem trabalha em banco naquele estresse todo, ainda tem que fazer expediente fora, como extra?. Ela só riu. Me falou que era garota de programa e que trabalhava há tempo com isso por que o pai havia colocado ela pra fora de casa quando descobriu que ela tinha perdido a virgindade.
Conversamos bastante. Acho que ficamos mais de 4 horas na mesa daquele bar, só parando a conversa para pedir a próxima cerveja. E foi uma conversa super legal. A garota além de ser bonita era uma inteligente. Começou a ficar tarde e ela tinha de ir embora. Eu também. Trocamos telefone e ela disse que gostaria de conversar novamente no dia seguinte. Eu disse que tudo bem. Bastava ela ligar. E a primeira parte da história que marcar a volta ao blog termina aqui.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário