quinta-feira, 21 de maio de 2009

Tudo que uma viagem pode oferecer

Morar longe da casa dos pais pode ser cansativo, mas, muitas vezes é divertido. Final de semana na casa de papai e mamãe e a volta no domingo à noite no último ônibus. Mais uma viagem cansativa de 4 horas. Entro naquele ônibus escuro e como não consigo fugir dos meus instintos, penso em sexo. Passa pela minha mente as mais tenebrosas fantasias com os desconhecidos ao meu redor.
Sou adepta da turma do fundão e vou me deslocando lentamente até o fim do ônibus. Nessa passagem já sinto cheiros de homens e mulheres que me deixam excitada. Vozes sensuais falando baixo e rouco. Lembrou-me uma casa de swing. Bem que podia rolar troca de casais em um ônibus adaptado! Seria interessante.
Quando chego ao fim do corredor do ônibus, todas as cadeiras estão ocupadas. Como sou preguiçosa e meio tímida, fico em pé ali mesmo esperando alguém se levantar pra descer. Poucos minutos depois, sobe no ônibus um trio de adolescentes. Típicos mauricinhos, bombados, com suas roupas e seus tênis de marcas. Pessoalmente eu não gosto. Mas não se pode negar que eles eram lindos. O sonho de consumo de muita mulher.
Não pude deixar de pensar na possibilidade de ir para a cama com aqueles três. Mas era um sonho de consumo que parecia inalcançável.
O ônibus não tinha mais cadeira vaga e eles vieram pro fundão. Aquela aglomeração só me cheirava a testosterona. Começo a sentir um dos meninos que estava atrás de mim ficando excitado com as passadas da minha bunda. E o movimento do ônibus só estava contribuindo.
Garotos nessa idade tem energia pra dar e vender.
Quando notei o ônibus estava esvaziando. Mas apenas um dos garotos sentou. Os outros dois estavam ao meu lado, se esfregando de leve, como se fosse culpa das curvas da estrada.
Eu, não posso mentir, não resisti. Aqueles dois ali a minha disposição se eu quisesse, e eu ia dar uma de donzela? Nunca.
Em uma dessas paradas, coloquei a mão pra trás como quem vai ajeitar a bolsa e não deu outra. Minha mão desceu, mas com a ajuda dele, que estava bem apressadinho.
Eu não resisti aquele membro duro e pulsante na minha mão. O outro já estava chegando mais perto e desceu a mão pro meu peito, por que a essa altura, não tinha mais ninguém no fundão, justamente por nossa causa.
Sentamos os três na junção das cadeiras, a última fila. Somente nós três e um vão de assentos na frente para encobrir nossas pequenas safadezas e devassidões.
E foi aquela química. Mãos que deslizam para todos os lugares. A pele suada. O sussurro ao pé do ouvido. Saliva, línguas.
Pernas entrelaçadas. Puxadas de blusas, calça abrindo. Mordidas de leve, toques ariscos, bocas que se encontram... Bocas que encontram outros lugares.
E assim foi sendo. De quatro, de costas, de lado, por cima, por baixo. De leve. Com força. Como Deus manda e como o Diabo gosta. O sussurro pra gemer baixo, por que o motorista estava olhando. A emoção por que estávamos acabando nosso casual encontro em um ônibus quase vazio e ninguém tinha atrapalhado. E a viagem já estava terminando. E conseguimos chegar ao êxtase, ao prazer infinito que o sexo causa. Sentir a respiração ofegante daqueles dois que estiveram a minha disposição e que foram dominados pelo prazer da luxúria. A submissão a mim a que eles foram submetidos. O êxtase glorioso. Uma felicidade suprema.
Somente quem sente esse prazer consegue entender.

História verídica. Mandada por um amigo, anônimo!